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MAURO BORGHEZAN

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Graduado em música pela UDESC e baterista profissional desde 2004, Mauro Borghezan vem acumulando experiência e tocando vários estilos musicais, principalmente música instrumental brasileira, centro americana, sul americana e jazz.

 

Pode-se ouvir alguns destes trabalhos com música instrumental nos seguintes cd’s: Rio Vermelho Dois Mundos, Rio Vermelho & Alegre Correa, Catavento do violonista Felipe Coelho, Tempero Brasileiro, do acordeonista Bruno Moritz, Musadiversa, cd de estréia homônimo do grupo, Escolhas, do guitarrista e violonista Leandro Fortes, Lealdade e o cd homônimo de Cassio Moura.

Acompanhou diversos músicos como: Guinha Ramirez, Jorginho do Trompete, Luiz Meira, Ronaldo Sagioratto, Izabel Padovani, João Donato, Clara Moreno Alessandro Kramer, Rafael Calegari, Luiz Gustavo Zago, Leandro Fortes, Luciano Bilu, Leonardo Garcia, Sergio Coelho,  Rogério Piva, Rodrigo Piva, Felipe Coelho, Cassio Moura, Arnou de Mello, Denise de Castro, Mariel Barreña, Pablo Gindre, Damián Vernis, Alejandro Santos, Dennis Liechtmann, Billy Newman, Ralph Pritikin, Glauco Sölter, Genil de Castro, Willy Gonzalez, entre outros.

 

Nos Estados Unidos, tocou em New York com o pianista Jake Pinto e o contrabaixista Michael Harlen. Realizou uma turnê de concertos e workshops juntamente com o grupo instrumental MusaDiversa em universidades de música pelos estados da Georgia e Alabama (Georgia State University e Alabama State University), e a convite da Jacksonville University, na Flórida, realizou um workshop não somente para bateristas, mas para instrumentistas em geral, voltado para ritmos brasileiros, técnicas e aspectos gerais  de interação musical.

Na Europa, acompanhou o pianista Christian Brenner em uma série de shows em Paris, e na Holanda acompanhou uma série de artistas como Bill Davison, Dick Rotentalp, Ivo Stuivenberg e Marcelo Godoy.

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Em 2008 ingressa no renomado Codarts, conservatório de Jazz e Wolrd Music em 

Rotterdam/Holanda. Residindo neste país, Tie tem a oportunidade de tocar com músicos de renome internacional da cena jazzística e realiza turnês pela Europa, Ásia e América Latina.

 

Na Holanda chega a tocar em um dos festivais de jazz de maior importância do mundo, o North Sea Jazz Festival e também no renomado Bimhuis, uma das casas de jazz mais conhecidas da Europa em Amsterdam. Em 2013 Tie regressa a Florianópolis onde desde então tem trabalhado como produtor, curador, baixista e compositor. A partir de 2014 ingressa no Trio do violonista catarinense Felipe Coelho com quem grava dois álbuns autorais além de realizar diversas turnês pelo país e de tocar pelo estado de SC através do projeto Sesc de Circulação.

 

Em 2016 passa a integrar também o trio do pianista Luiz Gustavo Zago com quem grava seu disco Momentum, além de realizar shows em festivais juntamente com a Camerata Florianópolis. Além de seu trabalho como músico acompanhante, Tie já produziu e gravou seu disco autoral, o coletivo T.AE contando com participações de importantes músicos da cena instrumental florianopolitana e além de musico vem desenvolvendo um extenso trabalho como curador musical de um dos projetos mais importantes relacionados ao jazz em Florianópolis, o Sexta Jazz Aliança Francesa, sucesso de público e que chega ao seu 6 ano de realização.

 

Também é idealizador e produtor musical do projeto Hoje é Jazz BB que atualmente é um evento que já está marcado no calendário da cidade como um evento de grande relevância levando música de qualidade e gratuita para toda a família e em espaços públicos. Em janeiro de 2019 produz o primeiro Jurerê Summer Sunset Jazz, em Jurerê, um festival gratuito onde contou com a presença de importantes músicos da cena local.

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tie fernandes pereira

vídeos

felipe coelho

Considerado "A cara do novo violão brasileiro" (Revista Violão Mais 2016), "Um dos mais importantes violonistas brasileiros da nova geração" (Revista Guitar Player Brasil 2017) e "Melhor Instrumentista Catarinense" pelo prêmio Música SC 2014, Felipe Coelho é representado internacionalmente pelos selos Hot Club Records e Tratore, tendo sete discos disponíveis nas principais plataformas e sua oitava obra autoral com produção em andamento.

Formou-se Bacharel em Jazz aos 21 anos pela UA (EUA) premiado bolsa de estudos, e Mestre em JAZZ pela GSU (EUA) com apenas 23 anos desempenhando posição de professor assistente (Assistant Professor) além de bolsa integral de estudos.

 

Retornando ao Brasil deu início a incessante produção autoral o que o levou a participar de mais de 40 festivais de música e realizar 12 turnês tendo atuado em Nova Iorque, Chicago, Shanghai (China), Buenos Aires e nas principais capitais de quatro regiões do Brasil.

 

Seu trabalho como compositor leva a musica erudita camerística e orquestral de encontro com linguagens populares como o choro, o jazz e o flamenco e o levou a receber o aclamado Premio Funarte de Música (2011), realizando mais de 50 shows pelo país com o quarteto de cordas CataVento, posteriormente ingressando no meio orquestral.

 

Foi convidado a apresentar-se como compositor e solista por diversas orquestras dentro em fora do Brasil com destaque para a orquestra Versatilis, liderada pelo quarteto de cordas de São Paulo, no Festival de Poços de Caldas MG (2016), a KSU Symphony Orchestra em Atlanta, EUA, e a Camerata Florianópolis em 2015 e 2019 além de executar o Concierto de Aranjuez com a Sinfônica de Santa Catarina (2017). Foi por três anos colunista da Revista Violão +, de âmbito nacional, desenvolvendo a coluna "Violão e Filosofia". Nos últimos anos desenvolve canal no Youtube agregando comunidade de mais 6 mil seguidores. 

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Felipe Coelho.

 

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"Vejo o Jazz como uma linguagem. Sim sinônimo de liberdade, porém liberdade dentro do domínio de regras musicais oriundas do contraponto erudito, um de seus pilares originários, e também do domínio de suas nuances, presentes desde a interpretação rítmica, o "timing", como também os caminhos melódicos e harmônicos que foram se firmando nas mãos dos mestres década após década. Não devemos confundir a liberdade atrelada ao termo "Jazz" com o abando das características determinantes de sua linguagem, que são ensinadas de forma séria em seu país de origem. É necessário dominar as regras, para que o ato de quebra-las faça sentido"   

 

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